Outro dia eu estava ouvindo um colega jornalista falando em um programa de rádio que discordava da lei que obriga os municípios a “avisarem” que a via é monitorada por radares e que a velocidade máxima permitida é de “x” quilômetros por hora.

Eu, como motorista, fiquei fulo da vida com esse meu colega, defensor de não se avisar da existência do radar na via.

Ele tem razão? Tem. Eu tenho razão por querer ser avisado pela sinalização? Não; mas sim! Sim porque já fui pego em excesso de velocidade, sabem quanto por hora a mais? Míseros quatro quilômetros! Se eu soubesse do radar, não teria ultrapassado a quilometragem excedente, pois ando em um limite instintivamente dentro das normas. Paguei a multa. Mas quem está errado? O município por colocar radares para repreenderem os abusados? Eu, assim como muitos, que também andam dentro dos limites, mesmo que instintivos? Ou são os governos que impõem as multas para motoristas, ao invés de obrigarem os fabricantes dos automóveis a construírem veículos que não ultrapassem 100 ou 120 quilômetros por hora? Já que a justificativa é que a velocidade causa muitas mortes pelos acidentes dos imprudentes. Os governos são coniventes porque recebem rios de dinheiro pelos excessos de velocidades no mundo todo.

Assim como somos pegos por essas contradições, existem outras mais incompreensíveis, como por exemplo, porque eu, você, todos nós, não podemos votar em vice-presidente, vice-governador ou vice-prefeito? Nos últimos 20 anos fomos mais governados pelos vices que pelos os que votamos! Não tem alguma coisa errada nisso?

Sem dizer que um dia implantaram um tal de Direitos Humanos. Eu até hoje só vi os direitos dos fora-da-lei sendo preservados; e os Direitos Humanos dos cidadãos honestos, trabalhadores, pagadores de impostos... Cadê? Coisas que não entendo!

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