Janeiro de 2016, o Jornal O Legado está entrando em seu 14º ano, são 157 edições consecutivas construindo um perfil editorial para valorizar o setor das terapias alternativas, conquistar novos públicos, profissionalizar terapeutas e para transmitir segurança para os leitores.

Treze anos completos de publicação, conquistamos um público de consumidores que querem terapeutas profissionais, honestos e éticos. Vamos prosseguir por esse caminho ético e divulgando o que há de melhor dentro do nosso conhecimento. Procuramos sempre fazer parte de uma mídia nacional que prima em promover notícias boas.

Recentemente, o Papa Francisco pediu para que a mídia parasse de divulgar tantas notícias ruins e passasse a dar mais espaço para fatos e notícias boas, que levantem a moral dos leitores, ouvintes ou telespectadores. Há vários anos eu venho criticando a imprensa brasileira, o Jornal O Legado nasceu praticamente se opondo ao extinto programa jornalístico “Aqui Agora” do SBT.

A corrida pela liderança da audiência não tem escrúpulos, chegamos ao ponto onde somos obrigados a ouvir o Papa a pedir uma nova conduta da mídia. Jornalistas seguem as pautas que seus chefes planejam, então não podemos radicalizar e acusar todos jornalistas de fazerem um jornalismo marrom (é assim classificado o jornalismo sensacionalista de mau gosto).

O grande desafio é conquistar a mesma audiência das notícias “ruins” com as notícias “boas”. O público ficou viciado em notícias policiais, de desgraça e chocantes. Não deixa de ser uma droga que vicia. Mas tudo é uma questão de educação, os veículos de comunicação precisam entender e assumir uma conduta de pedagogia, didática, moralmente correta para ensinar a grande massa a conviver com notícias que nos fazem crescer moralmente, culturalmente e civilizadamente.

As notícias estão tão banais que é inadmissível chegarmos ao ponto de ouvir ou ler uma notícia de crime violento e nem nos sensibilizarmos com a dor dos familiares da vítima. Que caráter é esse que estamos adquirindo? Estamos nos tornando seres humanos frios, desprovidos de sentimentos da dor alheia.

Na minha opinião tudo é um contexto psicológico, que tem vida própria e seus tentáculos transformam os seres humanos em pedras de gelo, sem amor ao próximo e principalmente sem respeito.

A mídia, de uma forma geral, tem muitos jornalistas que promovem a promiscuidade, em uma nítida atitude particular para justificar a sua própria promiscuidade querendo mostrar que isso é comum, influenciando as atitudes de jovens que ainda estão em formação de caráter, levando seus lares a bancarrota.

Eu lamento por colegas jornalistas que transformam suas canetas em armas desagregadoras de famílias e lares. Esqueceram a honra, o pudor, o amor ao próximo e sendo assim, não têm moral para serem profissionais.

A responsabilidade de um jornalista é tão grande quanto a responsabilidade de um médico. Não há espaço para erros, o erro pode ser fatal. O jornalista tem o poder de influenciar e de construir vítimas explorando a fraqueza psicológica individual de seus seguidores.

É necessária uma evolução no jornalismo e tem de ser muito bem planejada e repassada pelas faculdades. Um dos itens que é preciso selecionar dentro dessa evolução é a formação do próprio caráter do jornalista pondo fim a um ciclo perverso de más influências que adulteram a personalidade de todos.

O que devemos esperar de 2016?

Quando formulamos uma pergunta como essa, generalizamos, embutimos nela o que esperamos do governo, do mercado econômico, das indústrias, das empresas de serviços, do setor de saúde... Na realidade essa pergunta deveria ser basicamente “O que espero de mim em 2016?”

Se cada um de nós formularmos essa pergunta individualmente, e provocarmos atitudes em resposta, poderemos responder o que devemos esperar de 2016.

Eu não espero nada de 2016, mas espero de mim e de cada ser humano que construa um alicerce sólido com base em conhecimentos, cultura, atitudes positivas moralmente corretas e bom senso. Dessa forma 2016 será um ano firme, de desenvolvimento, com prosperidade e cheio de alegria.

Ou seja, não quero depender em nada do governo, quero seguir pelo meu caminho, dentro das leis do homem e da natureza e construir tudo o que for possível dentro da moralidade, com honestidade e objetivando a coletividade, um ajudando ao outro. Você me ajuda e eu te ajudo, você não consegue me ajudar, mas eu consigo te ajudar e assim sucessivamente. Trabalharemos em prol um do outro, coletivamente, esquecendo o desgoverno do País e de nossos políticos. Vamos construir tudo aquilo que desejamos e dentro de nossas possibilidades, sem darmos margem ao fracasso.

Não podemos nos deixar influenciar pelos acontecimentos externos, dos reflexos do governo e das quedas econômicas do País e das empresas. Vamos formar metas individuais que refletirão no coletivo. Buscar por soluções progressistas e avançadas, mecânica ou virtualmente.

Já se sabe que 2016 será um ano de muita movimentação política e esportiva. Teremos muito no que pensar para planejar nossas metas. Esse novo ano teremos dificuldades devido aos altos e baixos da economia. Precisaremos fazer planejamentos bimestrais e não anual; haverá compensações e descontroles mensalmente. Não haverá guru que acerte qualquer previsão econômica para os 12 meses de 2016. É necessário um planejamento eclético, para adaptarmos mês-a-mês, e isso se aplica a todos, empresas, negócios, empresários, comerciantes, autônomos, assalariados e desempregados.

2016 será um dos anos mais desafiadores dos últimos 30 anos, desde o plano Cruzado no governo Sarney em 1986. Acredito que será um ano para domar a inflação que vem despontando já há alguns meses e a elevação do dólar. Acho muito difícil novos investimentos do exterior, ou seja, nossa moeda será pouca e com isso o dinheiro estará mais caro (juros, impostos e inflação).

Mas como bom brasileiro, ficarei na expectativa e bem otimista para não desanimar e continuar em frente, conquistando, amparando e progredindo!

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