Mais um ano terminando e quando chega dezembro, é sempre a hora de parar para pensar e fazer um balanço do que aconteceu nos últimos meses. De tudo que desejamos quando o ano começou, o que de fato foi realizado? O que conquistamos? Quais planos mudaram e quais surpresas vieram para nossa vida?

Costumam ser muitas perguntas, assim como expectativas para o ano que está por vir. Ano novo, chega prometendo novidades e apesar das tensões, pode ser mais leve se soubermos aproveitar as oportunidades e se fizemos movimentos efetivos para que atitudes possam de fato mudar o mundo. Muitos aspectos astrológicos marcarão o ano que vem por aí e entre eles algumas configurações tensas que se cruzam com a ajuda de bons aspectos, que podem ser recursos para lidar com tanta crise.

Continuamos sob as influências da quadratura entre Urano (Áries) e Plutão (Capricórnio) que, há anos, vem abalando estruturas e pedindo mudanças no mundo. Um conflito entre a forma como as coisas são e como poderiam ser, qual o papel de cada um no contexto social e nas necessárias mudanças que o mundo pede. Esse é um dos aspectos que está trazendo esse clima de guerra, intolerância e tanta desordem no mundo. 2016 é marcado também por uma importante configuração, uma oposição de Júpiter (em Virgem) e Netuno (em Peixes), ambos quadrados a Saturno (em Sagitário).

Questões éticas, religiosas e de fé sendo questionadas e acionadas no mundo, reforçando essa intolerância e tensão que o mundo vive por falta de respeito às diferentes formas de se pensar. Num cenário crítico como esse, muita coisa precisa ser repensada. Curiosamente, essas duas tensões se conectam de forma positiva, num belo e produtivo trígono entre Júpiter e Capricórnio.

Esse é um aspecto poderoso, realizador, capaz de mostrar de forma prática e objetiva o que precisa ser mudado, e oferecer recursos concretos para que mudanças efetivas aconteçam. É um aspecto que nesse contexto também nos mostra que as mudanças podem começar de forma pequena e que a partir de pequenas ações e mudanças pessoais e sociais, podemos, sim, mudar o mundo. Mas é um contexto que mostra que é preciso mais tolerância, compaixão, compreensão e respeito. Não é com violência que se responde à violência, pois isso só gera um cenário cada vez mais pesado e violento. Seria importante que cada um de nós se conscientizasse que é preciso mudar pensamento, paradigma e a forma de lidar com qualquer questão.

Outro ponto para se pensar é que cada vez fica mais claro o quanto o pensamento individual se reflete no social e não adianta ficar criticando a falta de ética, a corrupção, etc., se em nossas vidas cotidianas cometemos isso, mesmo que de forma pequena, nas mínimas coisas. Ou seja, é preciso mais consciência e atitude e se não fizermos nada, com certeza o mundo não vai mudar. Pior que isso, as coisas podem piorar cada vez mais, até que se chegue de fato num abismo, num ponto ainda mais crítico para, quem sabe, alguma mudança maior possa se fazer presente. Assim, 2016 também parece um belo convite para ações individuais e sociais que possam de fato mudar nossas vidas e o mundo. Até porque reclamar ou acusar os outros (o mundo, o parceiro, Deus, os políticos, etc.) já não adianta mais, mesmo. Por isso, se você não gosta do mundo que está vivendo, mude já, mude você, seja exemplo e construa, a partir das pequenas coisas, o mundo no qual deseja viver.

Feliz ano novo!


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